Como se errar fosse sinal de incoerência.
Como se tropeçar anulasse todo o esforço feito.
Então a pessoa se cobra. E se cobra muito.
Revisa palavras, sentimentos, atitudes, pensamentos.
Não se permite falhar e, quando falha, se pune em silêncio.
Mas o bem nunca nasceu da perfeição.
Nasceu da intenção sincera.
Do esforço possível.
Da queda seguida de tentativa.
A perfeição paralisa.
O bem, não.
Quem espera estar pronto para servir, nunca serve.
Quem aceita suas imperfeições, cresce enquanto caminha.
A espiritualidade não espera seres prontos.
Trabalha com os disponíveis.

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